Segundo a enciclopédia livre, Wikipédia, Exibicionismo é um desvio sexual manifestado pelo desejo incontrolável de obter satisfação sexual no fato puro e simples de exibir os órgãos genitais a outros.
O Exibicionismo não é patologia orgânica, e seu tratamento se faz pela psicanálise. Interessa ao direito por constituir-se em importunação ofensiva ao pudor, contravenção penal
Embora exista uma necessidade inerente à mulher de exibição, mais ou menos discreta, de partes de seu corpo, como as nádegas e seios, isto não pode ser classificado como exibicionismo - uma vez que a psiquiatria considera, na mulher, o distúrbio raríssimo.
Da mesma forma o exibicionismo eventual, decorrente de alteração momentânea dos freios psicológicos pela ingestão de substâncias desinibidoras (como, v.g., o álcool, certas drogas como o LCD, e outras), não pode se caracterizar como patologicamente exibicionismo.
Também a Agorafilia não se constitui exibicionismo, pois esta consiste na prática sexual em local aberto, bem como a conduta decorrente de prostituição.
Vulgarmente, por exibicionismo tem-se toda conduta que consiste em o indivíduo buscar fazer-se notar pelos demais. Neste sentido a palavra ganha diversos sinônimos e muitas vezes confunde-se com práticas comuns, muitas vezes alimentadas por regras de grupo (como ocorreria, por exemplo, em "bailes funks", concursos de "camiseta molhada", etc.) onde a conduta exibicionista e despudorada é não só incentivada, como valorizada.
Na gíria (Brasil), existem diversas expressões que definem pessoas de conduta exibicionista, como "perua" para mulheres que gostam de aparecer no vestuário, ou o jogador "mascarado", no esporte.
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